Consumidor de cerveja que sou, tenho refletido sobre o consumo deste produto: em latinha ou em garrafa? O custo benefício tem sido similar ao comprar a garrafa de vidro em lugar da latinha.
Entretanto, temos encontrado do mercado belo horizontino aquela cerveja da garrafa verde de 600 ml com preço mais em conta que as cervejas tradicionais, inclusive com o vasilhame. Claro que trata-se de uma estratégia da companhia para preparar o mercado para a copa do mundo de 2014.
Mas ficam ainda algumas questões:
Latinha ou garrafa?
Esta garrafinha verde tem o mesmo processo de reaproveitamento da garrafa marrom tradicional?
Saiba mais: Indústrias de vidro se unem pela reciclagem
domingo, 1 de setembro de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Tijolo para construção 100% reciclado
Ruston Albuquerque, depois de muitos anos pesquisando sustentabilidade lançou agora o Terramax, um tijolo para construção civil 100% de material reciclado.
Porque sonhos importantes são construídos tijolo por tijolo
A TERRAMAX é fruto do sonho de pessoas que desejam
contribuir para a realização de muitos outros sonhos, participando
também da construção de um mundo sustentável. Com tijolos ecológicos de
alta resistência e durabilidade, e um método de construção inteligente,
prático e econômico, a TERRAMAX oferece grandes benefícios para você
transformar seus projetos em realidade.
Por não
usar o barro vermelho (matéria-prima tradicional dos tijolos
convencionais), evita-se também a degradação do meio ambiente causada
por sua extração. A possibilidade de se aproveitar rejeitos e resíduos
diversos também é uma grande vantagem logística no processo de produção e
distribuição desses tijolos, que podem ser fabricados com o
aproveitamento do fluxo e refluxo de materiais naturalmente circulantes
no entorno da unidade fabril e de seu mercado. Outra vantagem referente à
questão ecológica é que o processo de produção dos tijolos não
necessita de fornos, o que gera uma grande economia energética e evita
que muitas florestas sejam destruídas para a obtenção da lenha. Os
tijolos ecológicos contribuem ainda para a redução de emissão de gases
poluentes na atmosfera e estima-se que para cada mil tijolos ecológicos
fabricados, sete árvores são poupadas.
Saiba mais em http://www.terramaxtijolos.com.br/
TERRAMAX Tijolos Ecológicos
Porque sonhos importantes são construídos tijolo por tijolo
A TERRAMAX é fruto do sonho de pessoas que desejam
contribuir para a realização de muitos outros sonhos, participando
também da construção de um mundo sustentável. Com tijolos ecológicos de
alta resistência e durabilidade, e um método de construção inteligente,
prático e econômico, a TERRAMAX oferece grandes benefícios para você
transformar seus projetos em realidade.Mais que tendência, uma necessidade concreta e contemporânea
O empreendimento TERRAMAX está solidamente alicerçado na convicção de que é necessário e urgente oferecer alternativas mais eficientes, acessíveis, inclusivas e sustentáveis para a construção civil. Hoje há uma busca incessante por Técnicas, Materiais e Métodos que atendam com mais eficácia às demandas monumentais por soluções de habitação digna para uma população crescente. Soluções que privilegiem a utilização de recursos naturais e que contemplem as necessidades e potencialidades das comunidades afetadas.Motivados pela busca de soluções para estas questões, enxergamos no Bloco Modular de Solo-Cimento (ou simplesmente Tijolo Ecológico) a resposta positiva às demandas que nos mobilizam.
Assim entendemos que mais do que oportuno e justificável, é crucial investirmos em uma tecnologia limpa e preservacionista, com aplicação de metodologia sustentável, inclusiva e socialmente edificante. Essa é a crença que nos norteia rumo ao sucesso do empreendimento TERRAMAX. Sucesso que, por princípio e conceito vocacional da empresa, deve ser compartilhado com todos os envolvidos direta ou indiretamente por nossas atividades.Atributos do tijolo ecológico: o DNA da marca TERRAMAX
Utilização de Agregáveis em cadeia de logística reversa
Os Tijolos Modulares de Solo-Cimento permitem, em sua composição, o uso de areia, de resíduos e escória de usinas siderúrgicas, de agregados reciclados de entulho de construção civil, de resíduos de atividades mineradoras e outros passivos ambientais resultantes de atividades variadas que, no processo, se tornam componentes agregados através do emprego de cimento e água, que, submetidos à pressão e ao processo de cura, geram peças padronizadas e altamente resistentes.Preço e Sustentabilidade Econômica do Produto
Graças ao seu design especial e seus métodos diferenciados de produção e aplicação, o Tijolo Ecológico proporciona à construção predial em alvenaria uma significativa economia, destacando-se, particularmente, quando comparado com os métodos e materiais comumente utilizados, gerando economia de 30% a 60% no total da obra. Inclusão Social: O sistema construtivo com os Tijolos Ecológicos é de fácil manejo, por isso dispensa a necessidade de mão-de-obra altamente especializada. Este fato representa uma imediata oportunidade de se gerar novos postos de trabalho para cidadãos com baixa empregabilidade, induzindo, assim, a distribuição de renda pela inclusão de novos trabalhadores no mercado de trabalho. A essa condição soma-se o fato de que a redução nos custos de construção - que pode chegar a 50% em caso de moradias populares – permite a maior acessibilidade das famílias da BdP a uma habitação digna.Saiba mais em http://www.terramaxtijolos.com.br/
sábado, 10 de agosto de 2013
REDES DE SUPERMERCADO - Plano de Negócio
O terceiro e último nicho do nosso negócio, as Redes Supermercadistas, poderão ter um produto diferenciado, com a logomarca da Rede e maior valor agregado.Mais detalhes, entrar em contato com o gestor do projeto, Marcos Magalhães, através dos telefones ( 31) 3234-2480 / 8449-6801 ou através de e-mail:
reversosacologico@gmail.com
PLANO DE NEGÓCIOS - Associação Supermercadista
Para o cenário das Associações comerciais e Supermercadista, desenvolvemos uma proposta especial para negociação do REVERSO.
Mais detalhes, entrar em contato com o gestor do projeto, Marcos Magalhães, através dos telefones ( 31) 3234-2480 / 8449-6801 ou através de e-mail:
reversosacologico@gmail.com
Mais detalhes, entrar em contato com o gestor do projeto, Marcos Magalhães, através dos telefones ( 31) 3234-2480 / 8449-6801 ou através de e-mail:
reversosacologico@gmail.com
PLANO DE NEGÓCIOS - Indústria de Embalagens
Neste cenário ( Industria de Embalagens) estamos desenvolvendo um processo de produção e comercialização baseado em um PLANO DE NEGÓCIOS focado em receitas para a empresa produtora de embalagens e o REVERSO.Mais detalhes, entrar em contato com o gestor do projeto, Marcos Magalhães, através dos telefones ( 31) 3234-2480 / 8449-6801 ou através de e-mail:
reversosacologico@gmail.com
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Nova marca, mesma identidade visual
Alinhado para o registro no INPI, criamos a nova marca para a sacola lógica da coleta seletiva REVERSO, mantendo a identidade visual.
Aqui o outdoor:
Aqui o outdoor:
Como podem observar, este blog também sofreu alteração no endereço.
Abaixo o cartaz da campanha:
quarta-feira, 10 de julho de 2013
INPI acusa registro de produto similar
Após uma sistematica pesquisa no INPI não tenho direitos sobre a marca Sacológico. Terei de buscar outra marca para registrar.
domingo, 12 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Melhor post deste blog:
SACOLÓGICO.= Shortlist no Leão Verde Social de Cannes.
http://www.leaoverdesocial.com.br/leaoverde/pt/shortlist#.UY2jX6JJMs1
SACOLÓGICO.= Shortlist no Leão Verde Social de Cannes.
http://www.leaoverdesocial.com.br/leaoverde/pt/shortlist#.UY2jX6JJMs1
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Quando isto começou?
Entre 2002 e 2004, enquanto coordenava o NAVE, Núcleo Arte Vida Escola do Colégio Pitágoras de Carajás, acompanhei a execução de diversas atividades pedagógicas e, entre elas, a campanha Luxo do Lixo. Fizemos uma grande mobilização na comunidade, inclusive fora do espaço escolar, iniciando a discussão da coleta seletiva no núcleo urbano, com o apoio da Cia. Vale do Rio Doce ( hoje VALE). Passeata com cartazes, jingle e divertidas esculturas em sucata fecharam uma semana de atividades do grupo participante.
Naquele momento, me veio esta ideia de transformar as sacolinha plástica em embalagem apropriada e "colorida" nas cores da reciclagem. O rascunho do logo veio naquela época, com as mãozinhas ligadas ao conceito de reciclagem.
Voltei a Belo Horizonte em 2005 e avancei no projeto com o folheto abaixo. Levei a algumas empresas mas não vingou.
Naquele momento, me veio esta ideia de transformar as sacolinha plástica em embalagem apropriada e "colorida" nas cores da reciclagem. O rascunho do logo veio naquela época, com as mãozinhas ligadas ao conceito de reciclagem.
Voltei a Belo Horizonte em 2005 e avancei no projeto com o folheto abaixo. Levei a algumas empresas mas não vingou.
Ano passado ( 2012) a Câmara Municipal de Belo Horizonte votou uma lei banindo a sacola dos supermercados. Agora, em 2013, voltam com ela, momento em que tiro da gaveta, atualizo o conceito e vamos para a rua.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
SACOLÓGICO E AS CORES DA COLETA SELETIVA
Desde
2001, o Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA estabeleceu um sistema de
cores de fácil visualização, com validade nacional, inspirado em formas de
codificação já adotadas internacionalmente para identificação da coleta
seletiva. Esse sistema propõe a separação das embalagens nas seguintes cores:
·
azul: papel
·
vermelho: plástico
·
verde: vidro
·
amarelo: metal
·
marrom: resíduos orgânicos
E
ainda:
·
preto: madeira
·
laranja:resíduos perigosos
·
branco:
resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde
·
roxo: resíduos radioativos
·
cinza: resíduo geral não reciclável ou
misturado, ou contaminado, não passível de separação.
A
proposta do SACOLÓGICO é implantar o fornecimento - pelos supermercados e demais estabelecimentos comerciais - de
sacolas plásticas biodegradáveis de embalagem das compras realizadas naqueles locais,
nas cores azul, vermelho, verde, amarelo e marrom, adotadas pelo CONAMA, para a
reutilização – pelos consumidores - dessas
mesmas sacolas, na dispensa de resíduos domésticos, favorecendo a separação
caseira para a posterior realização de coleta seletiva, incorporada de forma
lógica ao dia a dia da população: SACOLÓGICO: O SACO LÓGICO DA COLETA SELETIVA.
A Coleta Seletiva do Lixo Urbano
AMBIENTEBRASIL
Iranilson Miguel Pinheiro Ferreira (*), Antonys Barbosa da Silva (**) e Myrian Abecassis Faber (***)
RESUMO
A questão da coleta seletiva do lixo urbano não vem sendo pensada organizadamente no Brasil, e tampouco se têm considerado em conjunto seus diversos aspectos, como por exemplo: a coleta do lixo; a sua disposição final e os eventuais danos ecológicos; a questão social representada pelos “catadores”; a questão sanitária e a reciclagem do lixo, ou seja: o aproveitamento do composto orgânico na agricultura; e o uso, como insumo industrial, dos elementos recicláveis – vidro, papel, plástico e metal. Na maioria das cidades brasileiras, além de o serviço de coleta ser insuficiente, o destino final do lixo é inadequado. Pela própria dificuldade de manejo e alto custo de manutenção, o lixo compromete diretamente o meio ambiente, causando a poluição do solo, do ar e dos recursos hídricos, e afeta a condição sanitária da população.
Palavras-chaves: Coleta seletiva; Lixo urbano; Disposição final; Reciclagem; Poluição.
ABSTRACT
The issue of selective collection of urban garbage is not being thought in Brazil, neither have considered together, some aspects for example: the collection of garbage; its final destiny and possible ecological damage, the social question represented people that work with urban garbage, a health issue and recycling of waste, namely: the use of organic compost in agriculture, and use as industrial input, the recyclable elements – glass, paper, plastic and metal. In most Brazilian cities, in addition to the collection service is insufficient, the final destination of the waste is inadequate. For own difficulties in management and high cost of maintenance, garbage directly undermines the environment, causing pollution of the soil, air and water resources, and affects the health condition of the population.
Keywords: Collection selective; Urban Waste; Final provision; Recycling; Pollution.
INTRODUÇÃO
É fato a gravidade da questão que envolve a coleta e disposição do lixo – tema que exige um estudo específico e especializado. No mais das vezes, a coleta, o transporte e a destinação final desses dejetos são absolutamente impróprios, causando perdas humanas, além de danos econômicos e ecológicos imensuráveis. Devido a utilização constante de algumas palavras, é necessário definir uma nomenclatura padrão para que o uso dessas palavras sejam entendidos: Coleta Seletiva do Lixo Urbano – CSLU e Educação Ambiental – E.A
Os assuntos relativos à CSLU estão cada vez mais em evidência em todos os círculos da sociedade. No cenário internacional, vários autores, entidades e autoridades de diferentes nações fazem, com freqüência, alusões à CSLU. Por outro lado, autores brasileiros, pelo mesmo motivo acima exposto, já manifestaram preocupações quanto a CSLU. A composição do lixo urbano depende dos hábitos da população entre outros fatores, sendo que as proporções encontradas na literatura giram em torno de 65% de matéria orgânica, 15% de papel e papelão, 7% de plásticos, 2 % de vidros, 3% de metais – materiais com alta reciclabilidade – e o restante se divide entre outros materiais, como trapos, madeira, borracha, terra, couro, louça – com baixo potencial para a reciclagem – e materiais com potencial poluidor, como pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes. Vale salientar que, a Organização Mundial da Saúde (apud PNUD, 1998) define lixo como “qualquer coisa que seu proprietário não quer mais, em um dado lugar e em certo momento, e que não possui valor comercial”. De acordo com essa definição, pode-se concluir que o resíduo sólido, separado na sua origem, ou seja, nas residências e empresas, e destinado à reciclagem, não pode ser considerado lixo, e sim, matéria prima ou insumo para a indústria ou outros processos de produção, com valor comercial estabelecido pelo mercado de reciclagem. Chega-se a uma situação de desconforto no que se relaciona com a produção e destino final dos resíduos sólidos produzidos. O homem já está se conscientizando da necessidade de uma nova mudança nas suas atitudes em relação ao lixo. A saturação dos equipamentos de depósitos destes resíduos, dentre os quais: os lixões, os aterros sanitários etc., fez surgir problemas graves que exigem soluções práticas com respostas imediatas e positivas. É indiscutível, porém, o fato de que ações isoladas da comunidade não podem originar todos os resultados esperados. A sociedade é responsável pela problemática do lixo e a ela cabe participar ativamente das tentativas para resolver tão grande problema. É um desafio rever o processo de consumo exagerado, criar tecnologias que permitam reciclar e reaproveitar os materiais em desuso e, principalmente, mobilizar a sociedade para reverter a visão que esta tem do consumo e do lixo.
Os assuntos relativos à CSLU estão cada vez mais em evidência em todos os círculos da sociedade. No cenário internacional, vários autores, entidades e autoridades de diferentes nações fazem, com freqüência, alusões à CSLU. Por outro lado, autores brasileiros, pelo mesmo motivo acima exposto, já manifestaram preocupações quanto a CSLU. A composição do lixo urbano depende dos hábitos da população entre outros fatores, sendo que as proporções encontradas na literatura giram em torno de 65% de matéria orgânica, 15% de papel e papelão, 7% de plásticos, 2 % de vidros, 3% de metais – materiais com alta reciclabilidade – e o restante se divide entre outros materiais, como trapos, madeira, borracha, terra, couro, louça – com baixo potencial para a reciclagem – e materiais com potencial poluidor, como pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes. Vale salientar que, a Organização Mundial da Saúde (apud PNUD, 1998) define lixo como “qualquer coisa que seu proprietário não quer mais, em um dado lugar e em certo momento, e que não possui valor comercial”. De acordo com essa definição, pode-se concluir que o resíduo sólido, separado na sua origem, ou seja, nas residências e empresas, e destinado à reciclagem, não pode ser considerado lixo, e sim, matéria prima ou insumo para a indústria ou outros processos de produção, com valor comercial estabelecido pelo mercado de reciclagem. Chega-se a uma situação de desconforto no que se relaciona com a produção e destino final dos resíduos sólidos produzidos. O homem já está se conscientizando da necessidade de uma nova mudança nas suas atitudes em relação ao lixo. A saturação dos equipamentos de depósitos destes resíduos, dentre os quais: os lixões, os aterros sanitários etc., fez surgir problemas graves que exigem soluções práticas com respostas imediatas e positivas. É indiscutível, porém, o fato de que ações isoladas da comunidade não podem originar todos os resultados esperados. A sociedade é responsável pela problemática do lixo e a ela cabe participar ativamente das tentativas para resolver tão grande problema. É um desafio rever o processo de consumo exagerado, criar tecnologias que permitam reciclar e reaproveitar os materiais em desuso e, principalmente, mobilizar a sociedade para reverter a visão que esta tem do consumo e do lixo.
COLETA DO LIXO URBANO
Assuntos relativos à CSLU estão cada vez mais em evidência em todos os círculos da sociedade. No cenário internacional, vários autores, entidades e autoridades de diferentes nações fazem, com freqüência, alusões à CSLU. Por outro lado, autores brasileiros, pelo mesmo motivo acima exposto, já manifestaram preocupações quanto a CSLU. A composição do lixo urbano depende dos hábitos da população entre outros fatores, sendo que as proporções encontradas na literatura giram em torno de 65% de matéria orgânica, 15% de papel e papelão, 7% de plásticos, 2 % de vidros, 3% de metais – materiais com alta reciclabilidade – e o restante se divide entre outros materiais, como trapos, madeira, borracha, terra, couro, louça – com baixo potencial para a reciclagem – e materiais com potencial poluidor, como pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes.
Em diversos lugares, a reciclagem a partir da CSLU vem dando certo e contribuindo para reintegrar os materiais descartados ao ciclo produtivo e de consumo, bem como auxiliando na mudança de postura social em relação ao lixo. Para que haja a reintegração dos resíduos reutilizáveis ao ciclo produtivo e de consumo, é necessária a formação de uma cadeia econômica de produção que integra fatores como capital, tecnologia, mão-de-obra, transporte etc. e que, por sua vez, está abrindo espaço para a absorção de pessoas que antes se alimentavam dos restos estragados do lixo e que podem vir a ter a oportunidade de produzir renda a partir da comercialização de produtos descartados, e, desse modo, poder se alimentar não do lixo, mas com o resultado da renda que ele proporcionar. O problema do lixo talvez seja um dos mais graves problemas da sociedade moderna. O acúmulo de materiais não degradáveis e a pressão exercida pelo contínuo despejo, mostra a necessidade do assunto ser tratado com seriedade, pelo governo e por toda sociedade. Mas, para tudo isto dar certo é preciso investir na mobilização social, mas na mobilização social inteligente. Esta aí a grande e central questão, não somente para a questão do lixo, quanto para o controle das epidemias, para a promoção da saúde, para administrar melhor a cidade, para alcançar a plena cidadania em todas as frentes. Além da geração excessiva de lixo (muitas vezes com materiais que poderiam ser reaproveitados e reciclados), o pior é a destinação indevida. A grande maioria das cidades brasileiras ainda mantém a prática dos famosos “lixões” ou também têm conseqüências negativas para a saúde pública, porque constituem ambientes propícios para a proliferação de vetores de doenças como moscas, mosquitos, baratas, ratos, entre outros.
A coleta do lixo urbano é feita por órgãos públicos recolhidos sem nenhuma pré-seleção ou separação de material, lixos misturados (orgânicos e inorgânicos) que têm como destino os lixões, onde são encontrados todos os tipos de resíduos. A coleta seletiva deve ser feita através de um programa de conscientização, gerando parcerias com escolas, condomínios, domicílios, comércios, varejistas e catadores , que separam os materiais não orgânicos, posteriormente recolhidos pelos veículos coletores de lixo. Os materiais separados através desta parceria são enviados à uma central de seleção, nos quais são separados pela categoria ‘sucateiros’. Após este processo, são embalados e adensados para viabilizar o custo com transporte e, em seguida, são direcionados às empresas especializadas em reciclagem, evitando, assim, serem recolhidos através da coleta de lixo urbano. A coleta dirigida é a alternativa para a coleta em municípios que não disponham da coleta seletiva, que nada mais é do que a conscientização da população local para a separação do material reciclável, entregando-a nos pontos de coleta ou aguardando a data fixada para a coleta domiciliar.
DESTINAÇÃO FINAL
Já foi dito que o lixo brasileiro é tido como um dos mais ricos do mundo. Heliana Katia Campos, secretária-executiva do Fórum Nacional Lixo e Cidadania da Unicef considera que não está sendo devidamente tratada às questões relativas ao saneamento ambiental, em especial à coleta e destinação adequada dos resíduos. Ela alerta para a má destinação dos resíduos em nascentes, córregos, margens de rios e estradas, além de provocar problemas ambientais graves e poluir as águas. Ressalta ainda que o problema da catação de lixo por seres humanos é “regra geral”, de norte a sul do país, tanto em cidades de pequeno porte como nas grandes capitais. É uma situação constrangedora e inaceitável, fruto da miséria, do desemprego e da busca desesperada pela sobrevivência. O gerenciamento dos resíduos sólidos é um dos principais problemas enfrentados pela grande maioria das cidades brasileiras, em especial as de grande e médio porte. Segundo a União Brasileira para a Qualidade (UBQ) o Brasil recicla menos de 5% do lixo urbano, enquanto esse percentual chega a 40% nos países desenvolvidos. Dados indicam que, à medida que a coleta e a reciclagem dos materiais descartados apresentam-se como uma alternativa rentável, torna-se uma atividade produtiva, gerando emprego e renda. O homem está aumentando a quantidade e os tipos de resíduos que demoram a se decompor no meio ambiente. Isso pode quadruplicar ou quintuplicar a quantidade de resíduos produzidos até o ano 2.025. Para evitar que isso aconteça, é necessário que se preste mais atenção na forma como se produz e se consome as coisas, para que a produção de lixo não seja tão alta.
O Brasil produz aproximadamente 230 mil toneladas de lixo por dia. Cada brasileiro gera, em média, 500 gramas de lixo diariamente, podendo chegar até a mais de 1 kg, dependendo do poder aquisitivo e local em que mora. Todo o material descartado e que se transforma no lixo das cidades, em grande parte, deve ser destinado de outra maneira para ser recuperado como matéria-prima, podendo assim ser reutilizado na fabricação de um novo produto. Esse processo denomina-se Reciclagem. Reciclar é aproveitar o material de que foi feito um objeto, uma embalagem ou qualquer coisa fabricada e que já tenha sido usada. Dessa maneira evita-se que o material acabe no lixo. “Jogar fora” se torna constante na vida do brasileiro, o que é um grande desperdício. “Jogar fora” significa jogar aqui mesmo no nosso planeta, quase sempre em lugares errados, sujando as águas, o solo e destruindo os lugares mais interessantes. Por isso, a CSLU em conjunto com a reciclagem é um grande meio para a solução do problema. Isso ajuda a minimizar a quantidade de lixo que se produz nas cidades. A maior parte das coisas que se joga no lixo não está suja, torna-se suja depois de misturada. E aí é muito difícil de separar com um melhor aproveitamento. Os resíduos, quando dispostos e recolhidos de modo convencional são pouco aproveitados. Um material contamina o outro – o material úmido (restos de alimentos, líquidos em geral) suja o material seco (papel, plástico, etc.), prejudicando a separação e a qualidade. Os programas criados pelo poder púbico, muitas vezes em parecia com os catadores, também têm se difundido. Entre os principais méritos da reciclagem, estão o de reduzir o volume de lixo de difícil degradação, o de contribuir para a economia de recursos naturais, o de prolongar a vida útil dos aterros sanitários, o de diminuir a poluição do solo, da água e do ar e o de evitar o desperdício, contribuindo para a preservação do meio ambiente.
RECICLAGEM
Trata-se de um processo de transformação de materiais para reaproveitamento na indústria e na agricultura. Se há uma maior conscientização e o material reciclável for colocado no seu devido lugar, desde o momento em que é descartado, possibilita-se um melhor aproveitamento dos mesmos e a quantidade de lixo que não pode ser reciclado será muito menor. Esse é só o primeiro passo do que se chama de coleta seletiva. Trata-se da separação e recolhimento, desde a origem, dos materiais potencialmente recicláveis. Sabe-se que milhares de pessoas sobrevivem da coleta seletiva do lixo. A reciclagem permite uma grande economia de insumos e energia, preservando o meio ambiente. Ela ocasiona a redução da quantidade de lixo que deve ser tratado e eliminado, bem como minimização da extração de matérias-primas necessárias à produção de novos bens de consumo. Contudo, não se deve esquecer que para o lixo ser reciclado ou reaproveitado é necessário que o mesmo seja devidamente coletado e separado. A coleta seletiva exige um exercício de cidadania, no qual os cidadãos assumem um papel ativo em relação à administração da cidade. O sucesso da coleta seletiva está terminantemente ligado aos investimentos feitos para sensibilização e conscientização da população. Entretanto, essa E.A deve ultrapassar salas de aula, cursos e palestras. Essa sensibilização passa por vários sentidos, estimulando o ser como um todo. Nesse aspecto, por ocasião de eventos e festas, a proposta de uma lixeira criativa procura valorizar o emocional, as sensações, ao depositar o lixo em algo belo esteticamente e conceitual, despertando a atenção e a consciência da população. Visando o resgate da responsabilidade do lixo que cada um produz, a E.A constitui um meio indispensável para o sucesso da gestão de resíduos sólidos, pois quando se começa a lidar diferente com o lixo, conseqüentemente, induzirá sua comunidade interna a levar e ter posturas corretas em relação ao seu lixo. Os lixos produzidos pelos seres humanos nas mais variadas atividades existentes na sociedade são um dos graves problemas enfrentados por todos os atores sociais e políticos, devido ao intenso consumo que ocorre na sociedade contemporânea, bem como as doenças que são transmitidas pelos vetores existentes no lixo. Em face desse consumo, o problema se dá com relação à disposição final desses resíduos. Em sua maioria, o lixo produzido pelos moradores dos mais de cinco mil municípios existentes no País não recebe tratamento adequado, sendo depositados em locais abertos e inapropriados chamados popularmente de lixão. Esta afirmação serve para ilustrar o que vem ocorrendo nas cidades, o tipo de tratamento que se dá ao lixo, “o material mal amado” pela grande maioria da população, é simplesmente depositado em locais abertos, gerando mais um problema ambiental, tendo em vista a poluição dos lençóis freáticos pelo chorume, e ainda, por ser fonte de recolha de materiais recicláveis e de alimentos para inúmeras pessoas que sobrevivem no anonimato destes lixões, expostos a graves problemas de saúde.
CONCLUSÃO
Assim, o inicio do trabalho de sensibilização com relação ao meio ambiente, poderá ocorrer através da coleta seletiva do lixo nos municípios, pois segundo o UNICEF, ainda são poucos municípios que implementaram a coleta seletiva do lixo, “apenas 100 dos mais de 5,5 mil municípios brasileiros têm coleta seletiva do lixo”.
Não se pode mais encarar todo o lixo como “resto inútil”, mas sim como algo que pode ser transformado em nova matéria-prima para retornar ao ciclo produtivo. Para tanto é preciso buscar o significado de “resíduos sólidos”, termo comumente, ou popularmente usado para designar lixo. Um trabalho de E.A é de fundamental importância em todo processo desde a geração de lixo até o processo de reciclagem. Basta que a conscientização/sensibilização da população aconteça e, que os poderes municipais e a iniciativa privada se unam para colocar em prática tais propostas.
São necessárias ações dos órgãos municipais ou iniciativa privada para que estes processos sejam implantados, com isso ganha a sociedade e a natureza de um modo geral, mas, a falta do conhecimento sobre reciclagem, faz com que os moradores não saibam o que separar na hora de ensacar o lixo. A coleta seletiva é uma alternativa ecologicamente correta que desvia, do destino em aterros sanitários ou lixões, resíduos sólidos que poderiam ser reciclados. É de fundamental importância conscientizar os cidadãos que o planeta Terra é o local onde ele mora, e que é de fundamental importância que se cuide dele. Como? Preservando essa realidade imediata, que começa em sua casa, em seu bairro, em sua cidade etc. Com isso, alguns objetivos importantes são alcançados: a vida útil dos aterros sanitários é prolongada e o meio ambiente é menos contaminado. Além disso, o uso de matéria prima reciclável diminui a extração dos nossos tesouros naturais. Uma lata velha que se transforma em uma lata nova é muito melhor que uma lata a mais. E de lata em lata o planeta vai virando um lixão…
* É formado em Letras, pós-graduando em Gestão Ambiental pela Universidade Gama Filho/IDAAM
** Tecnólogo em Segurança, pós-graduando em Gestão Ambiental pela Universidade Gama Filho/IDAAM
*** Orientadora – Cinesióloga MSc em Gestão e Auditoria Ambiental/Educação Ambiental- Universidade Politécnica da Catalunya, Dda em Biotecnologia da Amazônia (Universidade Federal do Amazonas).
REFERÊNCIAS
ALBUQUERQUE, Fabíola Santos. Direito de Propriedade e Meio Ambiente. Curitiba: Juruá, 2000.
CALDERONI, Sabetai. Os bilhões perdidos no lixo. 2ª ed. São Paulo, Humanitas, 1998.
CEMPRE – Compromisso Empresarial para a Reciclagem -Manual de Gerenciamento Integrado – 2000. Disponível emAcesso em 23/11/2006.
FIGUEIREDO, Paulo Jorge Maraes. A Sociedade do Lixo – Os Resíduos, a Questão Energética e a Crise Ambiental. 2ª Ed., Piracicaba – SP., Ed. UNIMEP, 1995.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Anuário estatístico do Brasil, 2004.
PNUD. Educação Ambiental na Escola e na Comunidade. Brasília: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento/ONU, 1998.
SCARLATO, F e Pontin, J. A. Do nicho ao Lixo: ambiente, sociedade e educação. São Paulo: Editora Atual, 1992.
UNICEF – Fundo das Nações Unidas para Infância – Jornal Em Ação, Rio de Janeiro, maio, 2005.
CALDERONI, Sabetai. Os bilhões perdidos no lixo. 2ª ed. São Paulo, Humanitas, 1998.
CEMPRE – Compromisso Empresarial para a Reciclagem -Manual de Gerenciamento Integrado – 2000. Disponível em
FIGUEIREDO, Paulo Jorge Maraes. A Sociedade do Lixo – Os Resíduos, a Questão Energética e a Crise Ambiental. 2ª Ed., Piracicaba – SP., Ed. UNIMEP, 1995.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Anuário estatístico do Brasil, 2004.
PNUD. Educação Ambiental na Escola e na Comunidade. Brasília: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento/ONU, 1998.
SCARLATO, F e Pontin, J. A. Do nicho ao Lixo: ambiente, sociedade e educação. São Paulo: Editora Atual, 1992.
UNICEF – Fundo das Nações Unidas para Infância – Jornal Em Ação, Rio de Janeiro, maio, 2005.
POR QUE O SACOLÓGICO
É O SACO LÓGICO DA COLETA SELETIVA
Segundo
a Unicef, o Brasil encontra-se atrasado em suas ações de saneamento urbano e
rural e demonstra pouca eficiência em relação à coleta e à destinação adequadas
de resíduos. Medidas efetivas de educação ambiental são ainda tímidas e pouco
abrangentes, alcançando apenas uma pequena parte da população, consciente da
seriedade do problema.
O
descarte aleatório de dejetos em nascentes, córregos, margens de rios e
estradas provoca danos ambientais gravíssimos, polui as águas e compromete a
qualidade de vida da população. Os lixões abrigam desempregados e famintos que
vivem à custa da catação de restos para a própria alimentação e, muitas vezes,
para a comercialização, situação fruto da miséria e da busca desesperada pela
sobrevivência.
As
soluções para amenizar os danos causados pelo acúmulo de lixo nas cidades
constituem um conjunto de ações políticas, sociais e educativas de
responsabilidade de todos, em favor do bem comum, da qualidade de vida e da
preservação do meio ambiente.
Usualmente,
os resíduos domésticos são acondicionados em sacolas das compras realizadas em
supermercados e recolhidos por caminhões de coleta pública de lixo. Embalar as
compras realizadas pelo consumidor no dia-a-dia é uma alternativa mais que
inteligente: é lógica e eficiente: uma ação comprometida com o meio ambiente.
Facilitar
o acesso a sacolas com as cores apropriadas à coleta seletiva, valendo-se de um
hábito já comum do consumidor, é uma proposta de vanguarda, eficaz para
introduzir naturalmente no cotidiano da população os conceitos de coleta
seletiva, tão necessários à preservação da vida contemporânea.
TRADIÇÃO E INOVAÇÃO
SACOLÓGICO: TRADIÇÃO E INOVAÇÃO
Nada mais comum do que reutilizarmos as sacolas plásticas das compras de supermercado para dispensar o resíduo doméstico, prática que costuma ser adotada informalmente nas casas de todo país. Nada mais lógico que essa sacola já saia do supermercado como embalagem apropriada para separação caseira para a coleta seletiva. Além de serem biodegradáveis, essas sacolas podem também ter as cores padronizadas da coleta seletiva, facilitando o trabalho de separação dos resíduos domésticos no dia a dia da população. Nada melhor do que, com uma pequena intervenção, transformar algo do uso comum, já incorporado pelas pessoas, a uma ação realmente assertiva e inovadora: a reutilização das sacolas de supermercado em sacolas de separação de resíduos para a coleta seletiva, incorporando, assim, um funcionamento já adotado pela população às necessidades das atuais políticas de meio ambiente.
SACOLÓGICO: O SACO LÓGICO DA COLETA SELETIVA A coleta seletiva já é realidade em muitas cidades brasileiras e deve mobilizar cada vez mais nossa sociedade, interessada em sustentabilidade, reciclagem e preservação do meio ambiente. Entretanto, não é fácil mudar costumes e hábitos já enraizados. Por isso, apresentamos uma embalagem lógica, que terá grande impacto social e já se encontra à mão, podendo ser facilmente incorporada ao cotidiano da população, para a separação dos resíduos domésticos: o SACOLÓGICO.
O SACOLÓGICO, identificado de acordo com o sistema padronizado para a coleta seletiva terá cinco cores diferentes, que deverão possibilitar as seguintes ações: nas sacolas azuis serão depositados os resíduos de papel; nas sacolas vermelhas, os resíduos plásticos; nas sacolas verdes serão armazenados os vidros; nas sacolas amarelas serão destinados os metais; e nas sacolas marrons ficarão os resíduos orgânicos.
Supermercadistas, comprem essa ideia! Assumam a sua parcela de contribuição para as transformações que se fazem necessárias ao uso indiscriminado das sacolas plásticas utilizadas em seus estabelecimentos comerciais e adotem o SACOLÓGICO.
Gestores públicos, favoreçam a realização dessa ideia! Discutam e divulguem para a população o impacto ambiental positivo de uma ação como essa. Possibilitem os mecanismos legais para a implantação do SACOLÓGICO, para que ele passe a fazer parte da realidade dos supermercados e de outros estabelecimentos comerciais do País. Consumidores, adotem essa ideia! Assim, estaremos todos contribuindo com uma ação efetiva em favor do planeta, partilhando valores cada vez mais urgentes para a preservação ambiental: a reutilização consciente de um material de consumo - o plástico do supermercado - associada a uma ideia moderna e necessária de destinação dos resíduos, culminando com uma coleta seletiva doméstica de amplo alcance nacional.
Nada mais comum do que reutilizarmos as sacolas plásticas das compras de supermercado para dispensar o resíduo doméstico, prática que costuma ser adotada informalmente nas casas de todo país. Nada mais lógico que essa sacola já saia do supermercado como embalagem apropriada para separação caseira para a coleta seletiva. Além de serem biodegradáveis, essas sacolas podem também ter as cores padronizadas da coleta seletiva, facilitando o trabalho de separação dos resíduos domésticos no dia a dia da população. Nada melhor do que, com uma pequena intervenção, transformar algo do uso comum, já incorporado pelas pessoas, a uma ação realmente assertiva e inovadora: a reutilização das sacolas de supermercado em sacolas de separação de resíduos para a coleta seletiva, incorporando, assim, um funcionamento já adotado pela população às necessidades das atuais políticas de meio ambiente.
SACOLÓGICO: O SACO LÓGICO DA COLETA SELETIVA A coleta seletiva já é realidade em muitas cidades brasileiras e deve mobilizar cada vez mais nossa sociedade, interessada em sustentabilidade, reciclagem e preservação do meio ambiente. Entretanto, não é fácil mudar costumes e hábitos já enraizados. Por isso, apresentamos uma embalagem lógica, que terá grande impacto social e já se encontra à mão, podendo ser facilmente incorporada ao cotidiano da população, para a separação dos resíduos domésticos: o SACOLÓGICO.
O SACOLÓGICO, identificado de acordo com o sistema padronizado para a coleta seletiva terá cinco cores diferentes, que deverão possibilitar as seguintes ações: nas sacolas azuis serão depositados os resíduos de papel; nas sacolas vermelhas, os resíduos plásticos; nas sacolas verdes serão armazenados os vidros; nas sacolas amarelas serão destinados os metais; e nas sacolas marrons ficarão os resíduos orgânicos.
Supermercadistas, comprem essa ideia! Assumam a sua parcela de contribuição para as transformações que se fazem necessárias ao uso indiscriminado das sacolas plásticas utilizadas em seus estabelecimentos comerciais e adotem o SACOLÓGICO.
Gestores públicos, favoreçam a realização dessa ideia! Discutam e divulguem para a população o impacto ambiental positivo de uma ação como essa. Possibilitem os mecanismos legais para a implantação do SACOLÓGICO, para que ele passe a fazer parte da realidade dos supermercados e de outros estabelecimentos comerciais do País. Consumidores, adotem essa ideia! Assim, estaremos todos contribuindo com uma ação efetiva em favor do planeta, partilhando valores cada vez mais urgentes para a preservação ambiental: a reutilização consciente de um material de consumo - o plástico do supermercado - associada a uma ideia moderna e necessária de destinação dos resíduos, culminando com uma coleta seletiva doméstica de amplo alcance nacional.
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