quarta-feira, 17 de abril de 2013

POR QUE O SACOLÓGICO

É O SACO LÓGICO DA COLETA SELETIVA
Segundo a Unicef, o Brasil encontra-se atrasado em suas ações de saneamento urbano e rural e demonstra pouca eficiência em relação à coleta e à destinação adequadas de resíduos. Medidas efetivas de educação ambiental são ainda tímidas e pouco abrangentes, alcançando apenas uma pequena parte da população, consciente da seriedade do problema.
O descarte aleatório de dejetos em nascentes, córregos, margens de rios e estradas provoca danos ambientais gravíssimos, polui as águas e compromete a qualidade de vida da população. Os lixões abrigam desempregados e famintos que vivem à custa da catação de restos para a própria alimentação e, muitas vezes, para a comercialização, situação fruto da miséria e da busca desesperada pela sobrevivência.
As soluções para amenizar os danos causados pelo acúmulo de lixo nas cidades constituem um conjunto de ações políticas, sociais e educativas de responsabilidade de todos, em favor do bem comum, da qualidade de vida e da preservação do meio ambiente.
Usualmente, os resíduos domésticos são acondicionados em sacolas das compras realizadas em supermercados e recolhidos por caminhões de coleta pública de lixo. Embalar as compras realizadas pelo consumidor no dia-a-dia é uma alternativa mais que inteligente: é lógica e eficiente: uma ação comprometida com o meio ambiente.
Facilitar o acesso a sacolas com as cores apropriadas à coleta seletiva, valendo-se de um hábito já comum do consumidor, é uma proposta de vanguarda, eficaz para introduzir naturalmente no cotidiano da população os conceitos de coleta seletiva, tão necessários à preservação da vida contemporânea. 

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